terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Dia dos Namorados

História de São Valentim

São Valentim e o Dia dos Namorados Entre nós, o Dia dos Namorados celebra o amor, a paixão entre amantes e a partilha de sentimentos. Todos os anos, no dia 14 de Fevereiro, ocorre a azáfama da troca de chocolates, envio de postais e de oferta de flores. Muitos casais planeiam jantares românticos, noites especiais e fazem planos para surpreender e agradar à sua «cara-metade». Há também quem escolha este dia para se declarar à pessoa amada e também quem avance com pedidos de casamento, embebido pelo espírito do dia. A História O Dia dos Namorados é celebrado naquele que até 1969, era o Dia de São Valentim. No entanto a Igreja Católica decidiu não celebrar os santos cujas origens não são claras. Isto porque até nós chegaram relatos de pelo menos dois Valentim, santos martirizados, directamente relacionados com o dia 14 de Fevereiro. As raízes deste dia remontam à Roma Antiga e à Lupercália, festa em homenagem a Juno, deusa associada à fertilidade e ao casamento. O festival consistia numa lotaria, onde os rapazes tiravam à sorte de uma caixa, o nome da rapariga que viria a ser a sua companheira durante a duração das festividades, normalmente um mês. A celebração decorreu durante cerca de 800 anos, em Fevereiro, até que em 496 d.c., o Papa Gelásio I decidiu instituir o dia 14 como o dia de São Valentim, para que a a celebração cristã absorvesse o paganismo da data. A dúvida persiste no entanto, em saber a qual dos santos se refere este dia. Muitos acreditam tratar-se de um padre que desafiou as ordens do imperador romano Claudio II. A lenda diz que o imperador proibiu os casamentos com o argumento de que os rapazes solteiros e sem laços familiares, eram melhores soldados. Valentim terá ignorado as ordens e continuado a fazer casamentos em segredo a jovens que o procuravam. Segundo a lenda, Valentim foi preso e executado no dia 14 de Fevereiro, por volta do ano 270 d.c. Outra lenda diz que um outro padre católico se recusou a converter à religião de Claudio II, e este mandou prendê-lo. Na prisão, Valentim apaixonou-se pela filha do carcereiro que o visitava regularmente, a quem terá deixado um bilhete assinando: «Do teu valentim» (em inglês, «from your Valentine»), antes da sua execução, também em meados do século III.. Nesta lenda, a conotação do dia e do amor que ele representa não se relaciona tanto com a paixão, mas mais com o «amor cristão» uma vez que ele foi executado e feito mártir pela sua recusa em rejeitar a sua religião.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Mais uma missão...

Defesa : Comandos iniciam missão operacional portuguesa no Afeganistão. Carlos Santos Pereira, Agência Lusa tamanho da letra ajuda áudio enviar artigo imprimir Lisboa, 10 Fev (Lusa) - O primeiro grupo de militares da 1ª Companhia de Comandos parte segunda-feira para Cabul, Afeganistão, onde vai render a companhia de pára-quedistas que completou uma missão de seis meses no país. Trata-se da última missão desta força de reacção rápida, já que cumpridos os seis meses a presença portuguesa na Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF) vai ficar reduzida a uma equipa de 15 instrutores que vai participar na formação de militares afegãos e ficar ao serviço de um C-130 da Força Aérea Portuguesa. Caberá a este grupo avançado de 39 homens preparar a missão da "task force" (força operacional) que vai integrar, além da 1ª Companhia de Comandos, um destacamento de apoio de serviços e um destacamento de apoio aéreo táctico, num total de 157 homens. Os restantes elementos da força vão juntar-se depois a este grupo avançado até ao final de Fevereiro. A "task force" destacada para o Afeganistão vai render a 22ª Companhia Infantaria Pára-quedista nas funções de "Quick Reaction Force" (Força de Reacção Imediata), espécie de "reserva táctica" às ordens do comandante da ISAF, preparada para intervir em qualquer ponto crítico do território afegão. Para trás ficam meses de preparação intensa, de acordo com a missão que espera a 1ª Companhia de Comandos no Afeganistão. O aprontamento da força iniciou-se em Setembro último, envolvendo acções de patrulhamento, de escolta, treino de condutores, resposta a situações de contingência e situações de combate directo, e culminou com o exercício Cabul/81, realizado na primeira semana de Janeiro em Beja. "Tentámos inovar e realizámos exercícios específicos para o cenário afegão", explica à Agência Lusa o tenente-coronel Bartolomeu, comandante da "task force". A Serra da Estrela foi o cenário escolhido no início de Dezembro para um treino específico em cenário de altitude e de temperaturas rigorosas, a pensar no teatro montanhoso do Afeganistão. A preparação para o combate em zonas urbanas foi igualmente alvo de uma atenção particular. Para muitos dos homens da 1ª Companhia de Comandos trata-se de um regresso a um teatro já conhecido. Os Comandos (1ª e 2ª Companhias) cumpriram já missões no Afeganistão nos primeiros semestres de 2006 e 2007. "Cerca de cinquenta por cento dos homens vão já cumprir a sua segunda missão, e alguns a terceira", afirmou o tenente-coronel Bartolomeu. Uma equipa de reconhecimento constituída por três elementos da Companhia deslocou-se no início de Janeiro a Cabul para se juntar aos pára-quedistas num primeiro contacto directo com o teatro afegão. Completado o dispositivo da força, o contingente português inicia de imediato um estágio operacional, um período de duas semanas de adaptação ao terreno em que vão actuar nos próximos seis meses. Uma autêntica "prova de fogo" já que a adaptação será cumprida já em missões reais. "Estamos cientes de que, mal saímos da base (Campware House, a 10 quilómetros de Cabul) estamos entregues ao inesperado, a partir daí tudo pode acontecer e a possibilidade de um contacto está sempre iminente. Mas não vamos permitir que isso nos afecte. É essa a nossa missão, e é nessas condições que temos que a cumprir", disse à Lusa o comandante da 1ª Companhia de Comandos. in RTP

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

musica - dia dos namorados

Sarah McLachlan - Angel Sarah Mclachlan Spend all your time waiting for that second chance for a break that would make it okay there's always some reason to feel not good enough and it's hard at the end of the day I need some distraction oh beautiful release memories seep from my veins let me be empty oh and weightless and maybe I'll find some peace tonight In the arms of the angel fly away from here from this dark cold hotel room and the endlessness that you fear you are pulled from the wreckage of your silent reverie you're in the arms of the angel may you find some comfort here So tired of the straight line and everywhere you turn there's vultures and thieves at your back and the storm keeps on twisting you keep on building the lines that you make up for all that you lack it doesn't make no difference escaping one last time it's easier to believe in this sweet madness oh this glorious sadness that brings me to my knees In the arms of the angel fly away from here from this dark cold hotel room and the endlessness that you fear you are pulled from the wreckage of your silent reverie you're in the arms of the angel may you find some comfort here you're in the arms of the angel may you find some comfort here

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

De Beja a Kandahar

O céu está limpo, mas a chuva dos últimos dias ainda sobrevive entranhada nas rugosas tranças de lama, que parecem ser impressões digitais calcadas pelos dedos de um gigante no caminho de terra batida. A rotação dos motores não se detém. E o caminho sinuoso vai sendo lentamente engolido pela coluna de veículos militares, que partiu para uma operação de detecção de insurgentes afegãos, desde Kandahar - apesar de nas placas colocadas à saída da cidade se ler Beja. A coluna detém-se. Expectativa. Saem homens de cada carro. Expectativa. O perímetro visual é vigiado num trabalho de equipa silencioso. E a expectativa dissipa-se com apenas um toque com a mão no capacete, por parte de um dos militares do veículo da frente. O gesto é mimetizado em efeito dominó, ao longo da coluna. O sinal resulta. Voltam todos de novo para dentro dos transportes. E os cerca de 150 comandos portugueses seguem caminho. «Ninguém pode dizer que não tem medo» Nem todas as histórias podem ser contadas Os todo-o-terreno não ultrapassam os 50 quilómetros por hora. São orientados por uma prudência avisada de que nem tudo sobre o que o vento sopra é vegetação, pedras e lama. Há vontades invisíveis que se escondem, silenciosas. Pelo menos até ao primeiro estalo de oxigénio, que gela quem não está habituado à surpresa da pólvora. Por parte dos militares, a resposta é imediata. O perigo vem de uma colina paralela à coluna. As facções estão apartadas por um rio, esguio, mas intransponível. São lançadas bombas de fumo que escondem as movimentações dos elementos das tropas, equilibrando a desvantagem. As G3 são desengatilhadas. Num ápice, saltam cápsulas por todo o lado, a tilintarem contra os veículos, a cada rajada. Tiros, fumo e gritos «Munição, munição». Ouve-se uma ordem, gritada atrás da barreira formada pelos todo-o-terreno. Aos soldados é-lhes agora permitido quebrar o voto de silêncio. Podem ter passado toda a sua vida de treino a preparar-se para um momento como este. E, no meio da aparente desordem, vislumbra-se um sentido. A organização táctica de uma equipa de futebol vista do terceiro anel de um estádio poderá não ser a imagem perfeita. Não há defesas, médios ou avançados. Mas dá para um leigo em serviço militar, que tenha ido a um jogo de bola, perceber que também há aqui posições predefinidas e automatizadas. Com a diferença que em jogo está a vida. Prontos a partir Por enquanto Kandahar ainda é Beja. Os talibãs do exercício «Kabul 081» são militares descaracterizados. E na emboscada a que os repórteres do PortugalDiário assistiram na manhã desta quarta-feira, só foram disparados tiros de pólvora seca. No final de Fevereiro, os 150 homens da companhia de comandos e outros sete das Força Aérea, terão rendido o actual contingente que está no Afeganistão, formado por pára-quedistas. Nessa altura, Beja será Kandahar, ou qualquer outra parte desse país. Com balas verdadeiras nos carregadores. A missão é de manutenção de paz. Mas num país onde a guerra parece não ter terminado, os militares têm de estar preparados para qualquer eventualidade. Vão estar fixados na área da capital afegã, Cabul, com a possibilidade de operarem em qualquer parte. O General Carlos Jerónimo, comandante da Brigada de Reacção Rápida, disse aos jornalistas que esta será a «última força com este figurino a partir». Um primeiro voo levanta no dia 11 de Fevereiro. No dia 28, parte o seguinte e último. Depois, a presença portuguesa ficará reduzida a um «avião C130 da Força Aérea e a alguns elementos com funções de assessoria às forças afegãs». In PortugalDiário http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?div_id=291&id=904622#

Capelães militares aprofundaram o sentido da missão da Igreja

Capelães militares aprofundaram o sentido da missão da Igreja Durante quatro dias, os capelães militares saíram das suas unidades e foram beber à Fonte da Esperança. “Temos de ser sentinelas e portadores da Esperança” – disse à Agência ECCLESIA o Pe. José Manuel Sabença que orientou o Retiro aos capelães militares. A missão da Igreja foi a temática central deste encontro. “Uma partilha sobre o sentido missionário da Igreja e da urgência da missão hoje, mas partindo da necessidade de nós próprios – agentes deste anúncio – nos deixarmos também evangelizar e tocar pelo espírito de Deus” – disse o superior dos Missionários Espiritanos aos cerca de 40 capelães. Três documentos de Bento XVI serviram de base ao retiro: «Sacramentum Caritatis; Spe Salvi e Igreja na Europa». Obras que “nos ajudam a descobrir o rosto de Cristo”. No mundo de hoje, alguns dizem que a esperança faliu. O Pe. Leonel Castro, Capelão na Academia da Força Aérea pensa o contrário. “O homem não vive sem a Esperança”. Este sacerdote salesiano realça que os retiros são “muito importantes”. Momentos onde “paramos um pouco da vida activa e pensamos sobre o trabalho pastoral, sobre nós e sobre o mundo”. Orientar um retiro para os capelães militares “é diferente”, mas o “sentido essencial é comum” – sublinhou o Pe. José Sabença. Os capelães militares vivem num mundo específico, mas “não podem deixar de ser um sinal de esperança”. No seu múnus pastoral, o Pe. Leonel Castro acompanha os alunos da academia. “Estou lá e partilho da vida deles, tal como eles partilham da minha”. No campo da fé, para além das eucaristias, os alunos “têm momentos para aprofundarem a sua vivência cristã”. E acrescenta: “80% daquele universo são cristão”. Alguns preparam-se para o sacramento do Crisma, todavia “já tive casos que pediram o sacramento do baptismo” – disse o sacerdote salesiano. A diocese das Forças Armadas e de Segurança tem 47 capelães. Actualmente, três estão em missões internacionais: Afeganistão, Kosovo e Líbano. in Agência Ecclesia

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

domingo, 9 de dezembro de 2007

Mais uma das minhas paixões...

Este video mostra mais uma das minhas paixões... As viagens, especialmente no mar. Estar um dia num local e no dia seguinte estar em outro compleamente diferente. Conhecer novas culturas, outros povos. Apesar de eu preferir países mais civilizados... Boas viagens!!!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Taking Chances...

...Novo CD de Celine Dion. Uma das minhas cantoras favoritas...é pena que não venha a Portugal mostrar a sua voz!!!! Além de uma voz fantástica, as suas letras fazem-me pensar e foram o meu apoio enquanto o meu homem esteve fora... Espero que gostem de ouvir o clip!!!

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

"No amor verdadeiro, ao abraçarmos a pessoa amada diante de um espelho, vemos um corpo só, envolvido em uma única luz. E quando sozinhos olhamos nosso rosto no espelho, vemos refletido em nosso próprio olhar, o brilho dos olhos de quem verdadeiramente amamos."

domingo, 25 de novembro de 2007

Um dia de Luto...

Soldado português de 22 anos morre num acidente em Cabul José Miguel Gaspar * Sérgio foi interrompido numa brutal banalidade morreu num acidente rodoviário no clima desértico do Afeganistão, país da Ásia Central. Estava a 6500 quilómetros de Crestuma, freguesia do concelho de Gaia onde vivia na vereda do Parque de Jogos, rodeado de eucaliptos e pinheiros. Tinha 22 anos. Sérgio Miguel Vidal Oliveira Pedrosa era pára-quedista profissional no Regimento de Infantaria 10, com base em S. Jacinto, Aveiro. Deveria regressar à casa que partilhava com a mãe, a avó, uma irmã de nove anos e um irmão de 20, igualmente pára-quedista, em Fevereiro, quando cumprisse seis meses de missão com a tropa portuguesa ao serviço da NATO. A sua morte foi revelada à família manhã cedo pelo tenente-coronel Jacinto Silva, delegado de apoio enviado para Crestuma juntamente com um capelão e um psicólogo do Exército. A equipa de apoio psicológico integra também, desde ontem, duas assistentes sociais da Câmara de Gaia. O funeral deverá realizar-se, em princípio, na terça-feira. O Ministério da Defesa tratou das autorizações internacionais necessárias para um avião da Força Aérea ir ao Afeganistão buscar o corpo de Sérgio Pedrosa. "O Serginho regressa amanhã a casa", disse o tio António Oliveira aos jornalistas que se concentravam em frente à silente e fria casa da família. "A vida é assim, é bruta. Ainda na quarta-feira falei com ele pela Internet. Ele estava contente com aquilo lá". "Foi à berma e capotou" O acidente que o vitimou ocorreu durante uma patrulha nocturna na província de Wardak, nos arredores da capital afegã, Cabul. Eram 3 horas da madrugada, menos cinco em Portugal. Sérgio seguia no topo de vigia da viatura, um Humvee, quando o veículo "foi à berma e capotou", disse fonte do Estado--Maior-General das Forças Armadas. O soldado ainda foi evacuado para a unidade hospitalar de Khost, onde viria a morrer. Não foi revelado quantos ocupantes seguiam no Humvee; apenas que Sérgio Pedrosa havia sido a única vítima. O incidente será agora investigado pela Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), da NATO. A sua morte "não ocorreu em combate, mas num acidente rodoviário", confirmou, ontem, o presidente da República, Cavaco Silva, que já enviou condolências à família (ver reacções). Soldados de volta em 2008 Portugal tem actualmente 164 militares, na maioria pára-quedistas, às ordens da Força Internacional de Assistência e Segurança da NATO, que comanda no Afeganistão a maior operação dos seus 60 anos de história. Mas a presença portuguesa vai sofrer, conforme já havia sido anunciado, uma redução drástica. Até final do ano, irão manter-se no Afeganistão tropas pára-quedistas e de apoio de serviços, assim como uma equipa de controlo aéreo táctico da Força Aérea. A partir de Agosto de 2008, regressam quase todos a Portugal, ficando apenas um avião C-130 e uma equipa de 15 militares para dar formação ao Exército afegão. Dois mortos em três anos A morte do soldado Sérgio Pedrosa é o quarto incidente com o contingente da Força Nacional Destacada no Afeganistão desde 2005. A lista de vítimas ascende agora a dois mortos e quatro feridos. O primeiro incidente ocorreu a 18 de Novembro e foi o mais grave. Durante uma patrulha nos arredores de Cabul, um militar morreu e outro ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba, que atingiu a viatura em que seguiam. A 25 de Maio de 2007, um soldado sofreu ferimentos ligeiros em resultado de uma emboscada durante uma patrulha a pé, perto de Kandahar, no Afeganistão. Menos de um mês depois, dois militares sofreram ferimentos ligeiros, também em Kandahar. * com Pedro Araújo e agência Lusa O primeiro-ministro, José Sócrates, deixou "uma palavra de coragem e de conforto" em nome do Estado português e do Governo à família e camaradas do militar Sérgio Pedrosa, falecido no Afeganistão. Sócrates, que se deslocava a Bragança para lançar a concessão das auto-estradas Transmontana e do Douro Interior, passou antes por Crestuma, no concelho de Gaia, para expressar pessoalmente condolências à família do falecido. O presidente da República, por seu lado, lamentou a morte do soldado português em Cabul, considerando tratar-se de "uma notícia muito triste", e manifestou "grande confiança" nos militares portugueses no Afeganistão. "Presto homenagem, em meu nome pessoal e do Governo, ao soldado Sérgio Vidal Oliveira Pedrosa, que estava ao serviço da pátria e da paz", no quadro de uma missão das Nações Unidas, declarou o ministro da Defesa, Severiano Teixeira. "Estamos todos solidários com a tristeza do que aconteceu, com as Forças Armadas Portuguesas e com a família enlutada", disse o líder do PSD, Luís Filipe Menezes, frisando tratar-se de um soldado natural de Vila Nova de Gaia, município do qual é presidente da Câmara. Marco António Costa, vice-presidente da edilidade, deslocou-se à casa da família do jovem soldado, em Crestuma, para apresentar pessoalmente as condolências à família da vítima. in Jornal de Noticias