quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Taking Chances...
...Novo CD de Celine Dion.
Uma das minhas cantoras favoritas...é pena que não venha a Portugal mostrar a sua voz!!!!
Além de uma voz fantástica, as suas letras fazem-me pensar e foram o meu apoio enquanto o meu homem esteve fora...
Espero que gostem de ouvir o clip!!!
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
domingo, 25 de novembro de 2007
Um dia de Luto...
Soldado português de 22 anos morre num acidente em Cabul
José Miguel Gaspar *
Sérgio foi interrompido numa brutal banalidade morreu num acidente rodoviário no clima desértico do Afeganistão, país da Ásia Central. Estava a 6500 quilómetros de Crestuma, freguesia do concelho de Gaia onde vivia na vereda do Parque de Jogos, rodeado de eucaliptos e pinheiros. Tinha 22 anos.
Sérgio Miguel Vidal Oliveira Pedrosa era pára-quedista profissional no Regimento de Infantaria 10, com base em S. Jacinto, Aveiro. Deveria regressar à casa que partilhava com a mãe, a avó, uma irmã de nove anos e um irmão de 20, igualmente pára-quedista, em Fevereiro, quando cumprisse seis meses de missão com a tropa portuguesa ao serviço da NATO.
A sua morte foi revelada à família manhã cedo pelo tenente-coronel Jacinto Silva, delegado de apoio enviado para Crestuma juntamente com um capelão e um psicólogo do Exército. A equipa de apoio psicológico integra também, desde ontem, duas assistentes sociais da Câmara de Gaia.
O funeral deverá realizar-se, em princípio, na terça-feira. O Ministério da Defesa tratou das autorizações internacionais necessárias para um avião da Força Aérea ir ao Afeganistão buscar o corpo de Sérgio Pedrosa.
"O Serginho regressa amanhã a casa", disse o tio António Oliveira aos jornalistas que se concentravam em frente à silente e fria casa da família. "A vida é assim, é bruta. Ainda na quarta-feira falei com ele pela Internet. Ele estava contente com aquilo lá".
"Foi à berma e capotou"
O acidente que o vitimou ocorreu durante uma patrulha nocturna na província de Wardak, nos arredores da capital afegã, Cabul. Eram 3 horas da madrugada, menos cinco em Portugal. Sérgio seguia no topo de vigia da viatura, um Humvee, quando o veículo "foi à berma e capotou", disse fonte do Estado--Maior-General das Forças Armadas. O soldado ainda foi evacuado para a unidade hospitalar de Khost, onde viria a morrer. Não foi revelado quantos ocupantes seguiam no Humvee; apenas que Sérgio Pedrosa havia sido a única vítima. O incidente será agora investigado pela Força Internacional de Assistência e Segurança (ISAF), da NATO.
A sua morte "não ocorreu em combate, mas num acidente rodoviário", confirmou, ontem, o presidente da República, Cavaco Silva, que já enviou condolências à família (ver reacções).
Soldados de volta em 2008
Portugal tem actualmente 164 militares, na maioria pára-quedistas, às ordens da Força Internacional de Assistência e Segurança da NATO, que comanda no Afeganistão a maior operação dos seus 60 anos de história. Mas a presença portuguesa vai sofrer, conforme já havia sido anunciado, uma redução drástica. Até final do ano, irão manter-se no Afeganistão tropas pára-quedistas e de apoio de serviços, assim como uma equipa de controlo aéreo táctico da Força Aérea. A partir de Agosto de 2008, regressam quase todos a Portugal, ficando apenas um avião C-130 e uma equipa de 15 militares para dar formação ao Exército afegão.
Dois mortos em três anos
A morte do soldado Sérgio Pedrosa é o quarto incidente com o contingente da Força Nacional Destacada no Afeganistão desde 2005. A lista de vítimas ascende agora a dois mortos e quatro feridos.
O primeiro incidente ocorreu a 18 de Novembro e foi o mais grave. Durante uma patrulha nos arredores de Cabul, um militar morreu e outro ficou gravemente ferido na explosão de uma bomba, que atingiu a viatura em que seguiam.
A 25 de Maio de 2007, um soldado sofreu ferimentos ligeiros em resultado de uma emboscada durante uma patrulha a pé, perto de Kandahar, no Afeganistão. Menos de um mês depois, dois militares sofreram ferimentos ligeiros, também em Kandahar.
* com Pedro Araújo e agência Lusa
O primeiro-ministro, José Sócrates, deixou "uma palavra de coragem e de conforto" em nome do Estado português e do Governo à família e camaradas do militar Sérgio Pedrosa, falecido no Afeganistão. Sócrates, que se deslocava a Bragança para lançar a concessão das auto-estradas Transmontana e do Douro Interior, passou antes por Crestuma, no concelho de Gaia, para expressar pessoalmente condolências à família do falecido. O presidente da República, por seu lado, lamentou a morte do soldado português em Cabul, considerando tratar-se de "uma notícia muito triste", e manifestou "grande confiança" nos militares portugueses no Afeganistão.
"Presto homenagem, em meu nome pessoal e do Governo, ao soldado Sérgio Vidal Oliveira Pedrosa, que estava ao serviço da pátria e da paz", no quadro de uma missão das Nações Unidas, declarou o ministro da Defesa, Severiano Teixeira. "Estamos todos solidários com a tristeza do que aconteceu, com as Forças Armadas Portuguesas e com a família enlutada", disse o líder do PSD, Luís Filipe Menezes, frisando tratar-se de um soldado natural de Vila Nova de Gaia, município do qual é presidente da Câmara. Marco António Costa, vice-presidente da edilidade, deslocou-se à casa da família do jovem soldado, em Crestuma, para apresentar pessoalmente as condolências à família da vítima.
in Jornal de Noticias
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
sábado, 20 de outubro de 2007
domingo, 12 de agosto de 2007
I drove all night...
I had to escape
The city was sticky and cruel
Maybe I should have called you first
But I was drying to get to you
I was dreaming while I drove
The long straight road ahead
Uh-huh, yeah
Could taste your sweet kisses, your arms open wide
This fever for you was just burning me up inside
I drove all night to get to you
Is that all right?
I drove all night, crept in your room
Woke you from your sleep to make love to you
Is that all right?
I drove all night
What in this world keeps us from falling apart?
No matter where I go
I hear the beating of our one heart
I think about you when the night is cold and dark
Uh-huh, yeah
No one can move me the way that you do
Nothing erases this feeling between me and you
I drove all night to get to you
Is that all right?
I drove all night, crept in your room
Woke you from your sleep to make love to you
Is that all right?
I drove all night
Could taste your sweet kisses, your arms open wide
This fever for you was just burning me up inside
I drove all night to get to you
Is that all right?
I drove all night, crept in your room
Is that all right?
I drove all night
Esta é a letra de uma das minhas músicas favoritas da minha cantora favorita... Podem ouvir aqui no meu blog!!!
Bem para te ir buscar, de volta aos meus braços, conduziria toda a noite e dia...
Está quase, quase... Agora falta a parte que se torna mais complicada... Muita anciedade e saudade fazem com que o tempo pareça que não passa...
quarta-feira, 8 de agosto de 2007
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Conflitos no Iraque e no Afeganistão, a saúde mental das tropas
02/08 - 18:41 - AFP
Tropas americanas e britânicas em combate no Afeganistão e no Iraque enfrentam pressões cada vez maiores na vida familiar e na saúde mental, de acordo com duas investigações que jogam luz sobre um aspecto fundamental da tensão militar extrema a que são submetidos esses soldados.
Médicos da King's College em Londres examinaram militares britânicos, que preencheram de forma anônima um formulário contendo questões sobre sua saúde, uso de álcool, problemas em casa e sintomas relacionados a estresse psicológico ou pós-combate.
Dos 8.686 combatentes selecionados (entre membros do Exército, da Marinha, dos Fuzileiros e da Força Aérea), 5.547 responderam às perguntas. Todos estiveram em algum conflito nos últimos três anos.
Os cientistas disseram ao British Medical Journal ter conseguido identificar uma ligação entre a saúde mental das tropas e o tempo que cada um passou em missão.
Aqueles que serviram além dos 13 meses recomendados pelo Exército durante um período de três anos têm 55% mais chances de sofrer estresse pós-traumático em relação a combatentes que ficaram menos tempo no front.
O problema aumenta se o tempo de serviço for inesperadamente longo - descoberta que reflete os resultados de outra pesquisa, realizada com as tropas americanas em missão no Iraque, que revelou que o fato de não ter uma data definida para voltar para casa aumenta o estresse psicológico.
O estudo britânico descobriu uma ligação "significativa" entre a duração do serviço e o abuso de álcool, que aumenta caso o indivíduo seja exposto ao combate.
A pesquisa, coordenada pelo professor de saúde pública Roberto Rona, afirma que o Exército britânico pode reduzir a incidência de estresse pós-traumático entre suas tropas se definir um "política clara e explícita" a respeito do tempo que cada soldado irá passar no front.
Os dois principais conflitos que acontecem simultaneamente no Iraque e no Afeganistão aumentaram excepcionalmente a demanda por tropas, principalmente as forças terrestres. Por conseqüência, comandantes são obrigados a estender a duração de cada missão e a diminuir o tempo entre as convocações.
in Último Segundo
http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/2007/08/02/conflitos_no_iraque_e_no_afeganistao_a_saude_mental_das_tropas_950270.html
terça-feira, 10 de julho de 2007
Subscrever:
Mensagens (Atom)
